terça-feira, 13 de março de 2012

PROTEÇÃO SOLAR

Esclareça as sete dúvidas mais comuns sobre proteção solar

Sai na água? Dá espinha? E outras questões que esquentam sua cabeça no verão

Esclareça as sete dúvidas mais comuns sobre proteção solar
Esclareça as sete dúvidas mais comuns sobre proteção solar
A proteção contra o sol é necessária mesmo nos dias mais nublados. Mas é claro que essa preocupação aumenta na estação mais quente do ano. O problema é que alguns mitos rondam esse ritual básico de beleza e acabam expondo diversas pessoas a doenças como o câncer de pele.



Para saber com que intervalo é preciso repassar o filtro, entender a resistência do produto à água e, claro, manter a pele livre dos inconvenientes provocados pelo sol, fique atento às dicas dos dermatologistas Adriana Awada e Ademir Junior. Eles acabam com todos aqueles boatos que você nunca sabe se realmente são confiáveis.

Protetor solar sai na água?
Os dermatologistas são categóricos ao dizer que protetores solares saem na água, sim. O médico Ademir Junior explica que até existem protetores que são mais resistentes, mas sempre é preciso repassar o filtro depois de molhar o corpo. Mas faça isso com a pele seca.

Com que intervalo é necessário reaplicar o produto?
Passar o bloqueador uma única vez ao dia não é o suficiente para garantir proteção. "A recomendação oficial é reaplicar a cada duas horas, quando na praia ou piscina", afirma Adriana Awada. "Mas quem transpira muito deve pensar num intervalo mais curto, de acordo com o suor. Sempre que sentir aumento na transpiração, é momento de repassar o produto" explica.

Protetor solar dá espinha?
Alguns produtos, se não forem usados corretamente, podem causar espinhas. O principal é você descobrir qual o seu tipo de pele, para assim comprar o protetor mais adequado, que não interfira na produção de oleosidade. A regra é:

- Peles oleosas: protetor em gel
- Peles mistas: protetor em gel ou serum
- Peles normais: protetor em loção
- Peles secas: protetor em creme

Em dias nublados o fator de proteção pode ser menor?
Você olha pela janela, vê que o dia não está nada ensolarado e logo diminui o nível de proteção solar? A dermatologista Adriana Awada desaconselha essa atitude, principalmente para pessoas que possuem pele branquinha. O problema é que o fator de risco não se encontra só no sol, mas também na luz. Cerca de 80% dos raios ultravioletas conseguem ultrapassar as nuvens.

O bronzeador oferece algum tipo de proteção?
Todos os bronzeadores apresentam um fator de proteção, que pode variar de FPS 3 FPS a 10, mas os dermatologistas afirmam que isso não é suficiente para proteger a pele das agressões solares. "O fator de proteção do bronzeador é muito baixo, por esse motivo não é aconselhável. Se você usa, deve ter consciência de que sua pele não está protegida", afirma o dermatologista Ademir Junior.

Deixar o protetor aparecendo no nariz aumenta o fator de proteção?
Cansamos de observar surfistas com o nariz e até mesmo com o rosto todo branco. Algumas mães também costumam fazer isso nas crianças. Os dermatologistas afirmam que deixar uma camada mais grossa de protetor na pele aumenta o nível de proteção do produto. "Se o filtro for branco, além da ação química própria da fórmula, forma-se uma barreira física ao sol (como a que uma camiseta oferece, por exemplo). O branco reflete a radiação solar e aumenta a proteção ao sol.

Como proteger os cabelos das agressões solares?
Os fios também podem ficar protegidos das agressões solares, basta você optar por cremes que possuam protetores na fórmula. "Produtos sem enxágüe com agentes de proteção solar são importantes, afinal não adianta passar um condicionador com FPS e enxaguar o produto na seqüência", afirma Adriana Awada. Esses cremes que protegem os fios do desbotamento e garantem fios bonitos e brilhantes.


Fonte: www.minhavida.com.br

Blinde seus joelhos e treine em paz

Reconheça quando alguma coisa não vai bem com eles e aprenda a tratar

Reconheça quando alguma coisa não vai bem com eles e aprenda a tratar
Reconheça quando alguma coisa não vai bem com eles e aprenda a tratar

Você faz exercícios físicos para manter a saúde e, por descuido, acaba sendo obrigado a largar sua atividade favorita. O que parece profecia de mau agouro é muito mais comum do que você imagina.

"Preocupados em alcançar um corpo mais forte e definido, muitos alunos acabam esquecendo os exercícios para fortalecer áreas de suporte e amortecimento, como os joelhos", explica Fabiana Pereira, da assessoria esportiva TPM, em São Paulo. "Como toda articulação, essa é uma área muito sensível" , afirma a treinadora.

Por que isso acontece? Na maioria dos casos, graças à falta de acompanhamento profissional na hora do treino. Por mais simples que pareça, cada exercício exige atenção máxima quando realizado, um cuidado que não só aumenta o rendimento como evita lesões.

No caso específico dos joelhos, explica Fabiana, temos uma articulação feita para flexionar e estender. "Não devemos fazer movimentos laterais, como as mudanças de direção muito bruscas típicas do futebol, daí o grande número de jogadores machucados" , diz.

Machucou, e agora?
Todos esses conselhos são ótimos para prevenir problemas. Mas e quando o estrago foi está feito? Atletas que praticam esportes para uma melhor qualidade de vida, e não profissionalmente, alcançam 100% de recuperação, garante a professora da TPM.
Para que isso aconteça, no entanto, é preciso evitar qualquer movimento que envolva impacto na fase de tratamento. Além do fortalecimento muscular, sempre importante, nada de fazer mudanças bruscas de direção, hiperextensão e hiperflexão.

Assim, você se livra de preocupações como a ruptura dos ligamentos anteriores e posteriores, o desgaste da cartilagem e rupturas do menisco (uma pequena membrana que faz parte da articulação).

Osmúsculos são responsáveis por grande parte da absorção do impacto recebido pelo corpo, protegendo articulações e ossos. As lesões começam quando eles estão frágeis ou recebem mais impacto do que suportam.

Enquanto estiver sentindo dores fortes, é melhor descansar até porque é difícil demais aguentar qualquer estímulo. Assim que o desconforto for aliviando, aposte nos exercícios de baixo impacto. "Recomendo os exercícios na piscina, porque a água ameniza os choques durante a movimentação, e a bicicleta" , diz Fabiana. Ela só pede atenção quanto ao ajuste do selim, posicionado de modo que você nunca estique completamente os joelhos enquanto pedala.

E ainda bem! dá para reconhecer que existe algo errado antes de transformar seus joelhos numa fonte de sofrimento. "Sem dúvida, temos que prestar atenção na dor. Mas, quando ela aparece, é sinal de que o problema já avançou muito" , afirma a treinadora.
Por isso, sempre que for começar um treino novo, peça o acompanhamento de um instrutor e pergunte à vontade. Você só tem a ganhar com isso. "Os outros dois segredos para preservar os joelhos são manter o peso ideal e escolher uma atividade compatível com a estrutura do seu corpo" , encerra a professora.

Previna-se, já! Fabiana Pereira indica 6 exercícios fundamentais na rotina de quem deseja evitar dores nos joelhos. Todos eles fortalecem a musculatura das pernas, em geral. Só é importante pedir ajuda de um profissional para calcular as cargas e as repetições adequadas ao seu caso.

1. Cadeira extensora;
2. Agachamento;
3. Leg press
4. Mesa flexora;
5. Abdutores
6. Adutores. 

Fonte: www.minhavida.com.br

Como reconhecer e tratar o estiramento muscular

Essa lesão nos músculos cresce entre os corredores


Como reconhecer e tratar o estiramento muscular
Como reconhecer e tratar o estiramento muscular

O estiramento muscular é uma lesão indireta caracterizada pelo "alongamento" das fibras dos músculos além dos limites normais. Ele está entre as lesões mais frequentes nos esportes e modifica significativamente os hábitos de treinamento e de competição dos praticantes.

Normalmente estiramentos musculares são causados por displicência dos atletas. Usar uma técnica de treino de maneira incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, postura inadequada durante a corrida, diferença de comprimento de membros inferiores e diminuição da amplitude de movimento são os erros mais comuns entre os que praticam esporte. Porém, a contração rápida e explosiva, é quem fundamentalmente proporciona o surgimento da lesão.

O primeiro sinal de estiramentos é uma dor súbita durante a um treino esportivo e algumas vezes acompanhado de uma sensação de estalido. A intensidade da dor é variável e geralmente provoca desequilíbrio e interrupção do movimento. Os sintomas que podem ser observados depois são: deficiências de flexibilidade, desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas, lesões musculares que não melhoram, distúrbios nutricionais e hormonais, infecções e dificuldade de coordenar movimentos.

Existem grupos musculares mais propensos a este tipo de lesão, como os músculos posteriores da coxa, os da panturrilha, a musculatura interna da coxa e o músculo anterior da coxa. Estudos indicam a junção músculo-tendão, também conhecida como região distal do ventre muscular, como o principal local da lesão. Mesmo assim, é bom deixar claro que qualquer ponto do músculo é suscetível ao estiramento.

"O primeiro sinal de estiramentos é uma dor súbita durante a um treino esportivo e algumas vezes acompanhado de uma sensação de estalido".

O diagnóstico deve abranger uma história e exames clínicos adequados, baseados em queixas de dores localizadas, dores à contração isométrica e à palpação. O exame da ultra-sonografia complementa o diagnóstico. Conhecer e tratar o estiramento de maneira precoce é muito importante para conseguir tratar essa lesão muscular. Como os fatores de produção da lesão são diversos, é importante saber detalhes da história clínica do paciente.
O médico sempre deve observar o condicionamento físico do atleta, se sofreu a lesão no início ou no final da competição, como foi feito o aquecimento, condições climáticas e o estado de equilíbrio emocional, se o atleta lesionado foi muito exigido na competição. Se o profissional não levar em conta esses fatores, é aconselhável que o paciente procure uma segunda opinião após o diagnóstico.
A classificação dos estiramentos tem importância no diagnóstico, já que identifica e quantifica a área lesada do músculo, os fenômenos decorrentes desse problema, a gravidade da lesão, os critérios de tratamento, o tempo de afastamento do esporte e a previsão de sequelas. Podemos classificar os estiramentos de acordo com as dimensões da lesão em:

Grau I - é o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão em menos de 5% do músculo). A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode desaparecer no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico. Ocorrem danos mínimos, a hemorragia é pequena, a resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida.

-Grau II - O número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (a lesão atinge entre 5% e 50% do músculo). São encontrados os mesmos achados da lesão de primeiro grau, porém com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais exuberante e diminuição maior da função. O tratamento do problema é mais lento.

-Grau III - Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão atinge mais de 50% do músculo), resultando em uma grave perda da função com a presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes. Dependendo da localização do músculo lesionado em relação à pele adjacente, o edema, a equimose e o hematoma podem ser visíveis, localizando-se geralmente em uma posição distal à lesão devido à força da gravidade que desloca o volume de sangue produzido em decorrência da lesão. O defeito muscular pode ser palpável e visível.

Após tratamento inicial na fase aguda da lesão, com gelo, repouso, elevação, uso de antiinflamatórios prescritos por um profissional médico, ultra-som pulsátil, microcorrentes e laser, inicia-se a recuperação do movimento ativo, com carga que não produza dor. A inclusão dos exercícios de alongamentos são fundamentais na recuperação da lesão.

Após esta sequência, utiliza-se os exercícios de recuperação funcional que têm como objetivo retornar o atleta ao nível de atividade antes da lesão, restaurando a estabilidade funcional e os padrões de movimentos específicos para o esporte, minimizando o risco de nova lesão. A evolução do tratamento deve obedecer a uma avaliação diária da dor, amplitude do movimento, força muscular e a sensação subjetiva do paciente.

Nas atividades esportivas, existe uma permanente preocupação com o atleta de alto nível, no cumprimento do planejamento de treinamento e na manutenção do estado atlético. Negligenciar o tratamento leva freqüentemente a recidivas, com novas lesões no mesmo músculo e que podem resultar seqüelas e longos períodos de afastamento do esporte.


Fonte: minhavida.com.br

Atividades como correr andar de bike no sol exige cuidados com roupas e a hidratação

Um treino de 40 minutos num dia de calor equivale a uma hora de atividade no frio

Um treino de 40 minutos num dia de calor equivale a uma hora de atividade no frio
Um treino de 40 minutos num dia de calor equivale a uma hora de atividade no frio

Correr, andar de bike entre outras atividades físicas no sol é passatempo preferido de muitos atletas que praticam  esporte. O brilho do dia e a temperatura mais alta funcionam como itens extras de motivação mesmo para quem já não precisa mais disso.

A princípio, não há problemas em pegar um bronzeado enquanto pratica sua atividade física favorita. Por que a princípio? Porque a resposta definitiva depende dos seus hábitos enquanto treina.

Começando pelo óbvio: nem no inverno dá para dispensar o filtro solar. No calor, então, é indispensável usar um produto com FPS 30, no mínimo, no rosto e no resto do corpo que será exposto aos raios ultravioletas.

Aplique o produto cerca de meia hora antes de sair de casa e lembre-se de repassar a cada duas horas, caso seu programa seja longo.

O sol é um grande aliado da saúde. Além de ajudar na síntese da vitamina D (essencial na absorção do cálcio e do fósforo e, portanto, na combate à osteoporose), os raios solares funcionam como uma espécie de antiinflamatório natural.

Não à toa, os dermatologistas recomendam passeios ao ar livre no tratamento a algumas doenças de pele.

Mas é preciso contar com o relógio para que tudo saia bem. Entre 11h e 15h, ninguém rende sua melhor performance. A temperatura alta provoca exaustão, pois há uma grande perda de água pela transpiração.

Mesmo se hidratando adequadamente, fica difícil repor o que foi gasto sem ficar com o corpo pesado.

O calor também acelera a utilização de glicogênio, um estoque limitado de energia muscular. Um treino de 40 minutos no calor equivale a um treino de uma hora num dia frio.

Quanto à escolha da roupa, vale o básico antes de tudo: opte pelo que for mais confortável (lembrando que o algodão tem um bom toque, mas acaba absorvendo o suor).

Se a transpiração incomoda, as lojas esportivas já dispõem de muitos modelos fabricados em tecidos que secam rapidamente.

Evite correr com roupas apertadas e escuras, que aumentam a temperatura do corpo e encurtam seu treino pelo cansaço.

Fonte: http://minhavida.uol.com.br

Cansaço durante o treino sinaliza falta de preparo físico ou problemas de saúde

Hidratação, respiração, alimentação e período de descanso amenizam o problema

Hidratação, respiração, alimentação e período de descanso amenizam o problema
Hidratação, respiração, alimentação e período de descanso amenizam o problema
Um, dois, três, quatro. Quatro, três, dois, um! De novo: um, dois, três, qua-tro, trêeees, d-o-i-s.... Afê. Não aguento, chega! Parece engraçado, mas essa sensação de cansaço é muito comum e atrapalha muita gente na hora de treinar. Falta de preparo físico, respiração errada, pouco descanso, desidratação e alimentação incorreta são algumas das principais causas do problema. "Muita gente começa a treinar achando que a quantidade de exercícios interfere no resultado final e daí exageram na medida, descansam pouco, malham demais e assim comprometem a saúde", explica Valéria Alvim, personal trainer do MinhaVida.

"Se o problema é a falta de preparo físico, o treino tem que ser gradativo. Para que o aluno melhore o rendimento, não basta ficar sempre na mesma intensidade. É necessário que comece a receber pequenos estímulos para que a frequência cardíaca varie entre a alta e a normal. Só assim o condicionamento físico vai melhorar e o aluno vai poder dar adeus ao cansaço', explica o atleta Leandro Carvalho, especialista do MinhaVida. Logo abaixo, seguem as dicas para te ajudar a afastar a falta de pique e manter a forma.

O primeiro passo
Faça uma avaliação física antes de iniciar o treino. É por meio dela que detectamos problemas de saúde e descobrimos o treino mais adequado. A avaliação é simples e pode ser feita na academia, hospital, laboratório ou clube. "Com a avaliação, podemos programar a intensidade e a potência do treino, sem prejuízos para a saúde", diz Valéria. O programa de treinamento deve ser progressivo, ou seja, avançar de acordo com o nível de condicionamento físico e necessidade do aluno.

Você sabe como está a sua pressão?
A pressão sanguínea demonstra a resistência do seu coração. Se você tem um melhor condicionamento físico, em decorrência da prática regular de exercícios físicos, e segue uma alimentação balanceada, a pressão fica mais baixa. Por isso, o exercício é um ótimo aliado para prevenir e controlar a pressão alta. Durante o exercício físico, a pressão tende a subir, mas o nosso organismo se adapta a situação, permitindo a dilatação ou constrição dos vasos sanguíneos, ajudando a mantê-la estável. Se ela se alterar muito, é sinal de que tem algo errado com o seu organismo.

Nível de ferro
Um dos motivos para o cansaço que impossibilita a manutenção do nível de esforço pode ser a ocorrência de anemia, que caracteriza-se pela baixa quantidade de ferro no organismo. "O médico deverá interpretar o seu exame para decidir se você deve ou não malhar e qual seria a intensidade do treino", explica a personal.
Nível de colesterol
Ele também indica como anda seu coração, e se as taxas de gordura no sangue não estão elevadas ao ponto de obstruir as artérias e aumentar a pressão sanguínea. "A malhação é mais do que adequada para combater o problema, porém, se feita na dose errada, pode trazer consequências sérias", alerta Valéria.

Gordura corporal
"Se os índices de gordura corporal forem altos, a tendência é que a pessoa sinta mais cansaço até voltar ao peso ideal. Valéria explica que nesses casos, o ideal é que treinador e nutricionista trabalhem juntos para não deixar que o atleta exagere na dose de exercícios e comprometa a saúde".

Depois do check up, o treino
1. Mantenha uma rotina de 4 a 6 vezes por semana de exercícios regularmente

2. Comece devagar, faça exercícios de 3 a 4 vezes por semana em dias alternados e vá aumentando a intensidade e os dias de exercício.

3. Faça um bom aquecimento antes dos exercícios e alongamento depois do treino

4. Beba água na quantidade certa. A hidratação é fundamental para repor líquido e nutrientes, perdidos durante os exercícios. "Muitas pessoas perguntam qual a quantidade de água ou isotônico a ser tomada durante o exercício. Há uma recomendação de tomar 200 ml cerca de 1 hora antes dos exercícios, de 80 a 120 ml a cada 15 minutos de exercício e até 1 litro depois dos exercícios, em pequenos goles, mas não dá para generalizar", diz Valéria.

5. Use roupas e calçados apropriados para a atividade que você irá fazer. As roupas devem ser leves. Se forem pesadas e muito quentes, poderão aumentar o cansaço durante o exercício. O mesmo serve para os calçados. Se forem inadequados, poderão incomodar e até machucar os pés durante e depois do exercício e causar cansaço em excesso.

6. Use boné, óculos e protetor solar se você estiver treinando na rua e prefira um horário em que o sol está mais fraco

7. Respeite o seu limite e período de descanso de acordo com o seu nível de condicionamento físico e a atividade praticada. "Investir pesado não significa resultados mais rápidos, ao contrário, o descanso é fundamental para alcançar suas metas", alerta Valéria.

8. Respire pela boca, pois há um maior fluxo de oxigênio. Quanto mais intenso, mais curta se torna a respiração. É importante fazer exercícios respiratórios para melhorar o seu fluxo respiratório. A yoga é uma boa dica para melhorar a respiração

Fonte: http://minhavida.uol.com.br

terça-feira, 6 de março de 2012

Minha amiga bicicleta

Andar de bicicleta faz bem não apenas ao planeta e à conta bancária - à saúde e à boa forma também.
2 de março de 2012

Use a bike para transformar seu corpo numa máquina de queimar gordura.

Numa só tacada, as pedaladas aliviam o stress, conservam o meio ambiente, poupam dinheiro e trazem benefícios ao corpo. Comecemos pelas calorias: pedalar queima de 500 a 800 por hora. Eficiente no metabolismo da gordura, elimina os pneuzinhos, além de fortalecer e definir os membros inferiores. "Em apenas dois meses de prática, há um aumento de 25% na força muscular das pernas", afirma a instrutora de ciclismo indoor Fernanda Cristillo, de São Paulo. Dependendo do treino, é possível engrossar as pernas - alta carga e ritmo lento - ou afinálas - baixa carga e ritmo acelerado. Bumbum, barriga e lombar também são exigidos. Na parte superior do corpo, braços e ombros trabalham em terrenos acidentados e na academia. Na saúde, a bike melhora a coordenação motora e previne a osteoporose. "A modalidade também combate doenças crônicas pulmonares, cardiovasculares e metabólicas, além de diabetes e câncer de mama e de cólon", afirma o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. Quer mais? Prepare-se para ganhar uma dose extra de energia. Segundo um estudo da revista Psychotherapy and Psychosomatics, pedalar aumentou o pique dos voluntários em 20% e diminuiu sua fadiga em 65%. Por quê? "O ciclismo estimula a liberação do neurotransmissor dopamina, um energizante natural", afirma o autor da pesquisa, Patrick O'Connor, da Universidade da Geórgia, nos EUA. Quem está acima do peso tem uma razão extra para aderir à bike: ela é mais gentil com as articulações do que esportes com maior impacto. "Trata-se de uma opção intermediária entre a caminhada e a corrida", diz o ortopedista Ricardo Cury, do Grupo de Cirurgia do Joelho da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. "O ciclismo reforça a musculatura dos membros inferiores e reduz o risco de lesões." Contraindicações apenas para quem tem problemas na coluna, no joelho ou no tornozelo - nesse caso, procure um médico. Calcule a sua frequência cardíaca máxima FCM = 189 - (0,56 x idade) Multiplique o resultado por 0,75 para descobrir a frequência ideal para a atividade aeróbica. Para contabilizar as rotações por minuto Enquanto estiver pedalando, conte quantas vezes o seu joelho toca a sua mão por 6 segundos. O número deve estar entre 6 e 11. Então, multiplique esse valor por 10. Para baixar o ponteiro da balança, comece pedalando em um ritmo leve, cadenciado e constante no plano, por pelo menos 30 minutos. Dessa maneira, o corpo funciona com uma frequência cardíaca mais baixa, utilizando apenas a gordura como combustível. Quando tiver mais fôlego, alterne terrenos planos com subidas. Caso não haja ladeiras por perto, use as marchas mais pesadas. "Outra variante é o vento, que pode dificultar ou facilitar o exercício", diz o educador físico Fabio Lorencone Schauff , especialista em ciclismo. Quem ainda não tem fôlego para girar o pedal por meia hora deve iniciar com menos tempo e aumentar progressivamente - o objetivo é chegar a 1 hora. Uma boa estratégia para iniciantes é alternar 5 minutos de ritmo intenso com 5 minutos de ritmo leve, treino campeão na queima de calorias. Ja é condicionada? Adicione subidas ao percurso, intercaladas com trechos no plano para aumentar a capacidade cardiorrespiratória e tonificar pernas e bumbum. Entre quatro paredes Se pedalar na rua é assustador, escolha a prática indoor. "Em termos de treinamento, o ciclismo indoor e o outdoor não são tão diferentes", afirma Flavia Lunezo, professora de spinning, de São Paulo. Seguras, as aulas em academia - em bicicletas estacionárias, com música, ar condicionado, telões e luzes estroboscópicas - são interessantes para quem gosta de atividades dinâmicas. "Em quatro paredes não é preciso fazer paradas em cruzamentos, que prejudicam a continuidade do exercício", compara Fernanda Cristillo. O ciclismo indoor também é bacana para iniciantes que não sabem se equilibrar na magrela. Afinal, na classe há mais controle sobre as variáveis. Antes de pedalar, ajuste o banco da maneira correta: suba na bike e verifique se os pés tocam o solo. A altura ideal é aquela que apenas permite encostar a ponta dos dedos no chão. Outra maneira de verificar a posição é sentar-se na magrela e apoiar o calcanhar no pedal que está mais baixo. Os joelhos devem ficar semiflexionados. Posicionar o banco de maneira inadequada é perigoso. Se estiver muito alto, os quadris são prejudicados. Caso esteja muito baixo, são os joelhos que correm risco. Na rua, preste atenção no trânsito. "Nada de disputar espaço com os carros", alerta Ricardo Cury. Se não houver uma ciclovia disponível, vá para a rua, corrigindo a trajetória sem fazer movimentos bruscos. Mantenha os dedos no freio e olhe sempre para onde deseja ir. "Usar uma roupa clara e colorida também é recomendável, em epecial após o pôr do sol", acrescenta Silvia Viana Rodrigues, vicecoordenadora do Saia na Noite, grupo de mulheres que pedala pelas ruas de São Paulo. Viu só? Não é porque você não pode trocar as quatro rodas por duas sempre - seja por trabalhar longe, recear chegar suada ao escritório, seja por ter medo de acidentes - que precisa deixar a bike enferrujar. Você pode se reunir com um grupo de pedal uma vez por semana ou subir na magrela para buscar pão na padaria. Quando começar a sentir os benefícios do exercício, vai querer mais e mais.
Fonte: abril.com.b