terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Dicas para andar de Bike
Dicas para andar de Bike
As dicas ajudar a aumentar seu rendimento
ao andar de bicicleta, isso vai desde a alimentação ideal até
as roupas e equipamentos que ajudam no desempenho do ciclista.
Antes de mais nada escolha
a bicicleta ideal para você e procure bons lugares para andar em duas
rodas.
Alimentação:
Para começar é importante saber que sua alimentação é importantíssima para que seu rendimento ao andar de bike mantenha-se constante durante todo o trajeto. Um cardápio saudável é sempre importante não só para quem curte praticar esportes, mas para qualquer um!
Para começar é importante saber que sua alimentação é importantíssima para que seu rendimento ao andar de bike mantenha-se constante durante todo o trajeto. Um cardápio saudável é sempre importante não só para quem curte praticar esportes, mas para qualquer um!
Dê preferencia à uma alimentação saudável no dia a dia
No dia a dia de um atleta é importante manter uma alimentação saudável e balanceada, lembrando que comer bem não é comer muito. Não é recomendado para um ciclista
comer alimentos gordurosos e alimentos ricos em fibras e proteínas
antes de pedalar, alimentos como esses tem uma digestão mais demorada e
às vezes podem causar desconforto gástrico.
Em refeições que antecedem a pratica do ciclismo, ou
de qualquer outro esporte, é importante ingerir a quantidade ideal de
alimentos ricos em carboidratos, responsáveis por fornecer energia para o
organismo. Massas, arroz, batata e frutas são exemplo de alimentos
ricos em carboidratos.
Durante a pedalada é importante sempre levar algo
para comer e beber, principalmente se a viajem durar mais de 90 minutos.
Leve sempre uma maçã ou alguma outra fruta, leve também água ou um
hidrotônico para ajudar na reidratação e reposição de sais minerais.
Vestimenta:
Quanto ao vestuário é importante sempre usar roupas leves e próprias para o esporte. Para maior flexibilidade nas pedaladas é importante usar calças ou bermudas para ciclismo, feitas de lycra proporcionam mais conforto para o ciclista.
Quanto ao vestuário é importante sempre usar roupas leves e próprias para o esporte. Para maior flexibilidade nas pedaladas é importante usar calças ou bermudas para ciclismo, feitas de lycra proporcionam mais conforto para o ciclista.
Camisas de ciclismo também são muito importantes para quem quer andar de bicicleta
de maneira confortável, essas peças possuem um bom caimento ao seu
corpo com cortes anatômicos feitos pensando no bem-estar quanto a
pratica do ciclismo e, além disso, possuem também um tecido antimicrobiano e com tecnologia de proteção UV.
É bom lembrar também que todo o vestuário para ciclismo pensa também no seu conforto térmico, portanto todas as peças mantem a temperatura do corpo sempre constante e arejada.
Capacete, proteção mais importante para ciclismo
Materia retirada do site da Kanui.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Equipe Cajaike: 1,50m é LeiArt. 201 do Código de Trânsito Brasilei...
Equipe Cajaike: 1,50m é LeiArt. 201 do Código de Trânsito Brasilei...: 1,50m é Lei Art. 201 do Código de Trânsito Brasileiro - Lei 9503/97 - Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüe...
1,50m é Lei
1,50m é Lei
Art. 201 do Código de
Trânsito Brasileiro - Lei 9503/97 - Deixar de guardar a distância
lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar
bicicleta: Infração - média; Penalidade - multa.
Não é à toa que a lei obriga o motorista passar a 1,5m de uma bicicleta
(art.201 do Código de Trânsito). Essa distância toda tem seus motivos,
embora nem sempre sejam claros para quem ainda não experimentou usar a
bicicleta no trânsito.
Este artigo tenta esclarecer ao amigo motorista o motivo para essa distância e responder a algumas dúvidas comuns a quem dirige.
Este artigo tenta esclarecer ao amigo motorista o motivo para essa distância e responder a algumas dúvidas comuns a quem dirige.
Se você analisar com calma as regras estipuladas pelo Código de Trânsito
Brasileiro, perceberá que ele visa fundamentalmente proteger a vida de
quem utiliza as ruas, sejam eles motoristas, motociclistas, ciclistas,
pedestres ou mesmo carroceiros. E é nesse sentido que foi estipulada a
regra do metro e meio.
Um leve toque de retrovisor no guidão fará com que ele vire para a direita, desequilibrando o ciclista para a esquerda e fazendo com que ele caia na via em meio aos carros. Se o próprio carro que o tocou não passar por cima de um braço ou perna, o que vier atrás pode passar por cima de sua cabeça. Você, motorista, não vai querer viver com essa culpa, certo?
E nem é preciso esbarrar no ciclista. O susto do carro muito próximo ou muito rápido, ou até seu deslocamento de ar quando em alta velocidade, podem derrubá-lo da mesma forma. Principalmente um ciclista iniciante ou idoso. E é por isso que ao art. 220 do CTB pede que o motorista reduza ao ultrapassar uma bicicleta.
Há vários motivos para ultrapassar a uma distância segura: o ciclista pode ter que desviar de um buraco (porque se não desviar, corre risco de cair na via); pode ter um desequilíbrio momentâneo que altere sua trajetória um pouco para o lado; o deslocamento de ar do veículo pode desequilibrá-lo; o espaço para ultrapassagem pode ser mal calculado e o retrovisor tocar o guidão.
Como cumprir se não há espaço?
Realmente não há espaço para caber a bicicleta, mais um metro e meio, mais um carro numa faixa de rolamento. Mas a resposta é bastante simples: basta mudar de faixa. Se não houver uma segunda faixa, aguardar para fazer uma ultrapassagem segura, que não coloque em risco o ciclista.
Note que o procedimento acima é exatamente o que seria feito com qualquer outro veículo lento, como um ônibus ou caminhão, que estivesse ocupando a faixa toda. Esses veículos ocupam mais espaço que o ciclista, podem trafegar até mais devagar no caso dos caminhões ou parar o tempo todo no caso dos ônibus, mas têm seu direito de circulação respeitado. O ciclista, frágil e exposto, precisa de um respeito ainda maior.
Lembre-se que a bicicleta, apesar de trafegar mais devagar, nao está parada. Ela logo sairá do ponto onde está, permitindo a ultrapassagem. Geralmente isso leva poucos segundos – um atraso irrelevante, para proteger uma vida.
Como saber se estou a 1,5m?
A porta aberta do seu carro provavelmente ocupa cerca de 1m além da lateral de seu carro. Imaginar uma distância equivalente a um pouco mais que essa porta aberta pode servir como referência.
O importante não é manter exatamente 150 centímetros, medido ali na régua, mas guardar uma distância que lhe permita evitar ser tocado pelo ciclista no caso dele desviar sem aviso de algo que lhe colocou em risco, ou se desequilibrar no momento em que você estiver passando ao lado dele.
E se o ciclista estiver bem no cantinho?
Muitos motoristas rejeitam guardar a distância adequada, por terem se acostumado a ultrapassar sem mudar de faixa os ciclistas que trafegam colados ao meio-fio, sobre a sarjeta. Mas são justamente esses que correm mais risco, pois o pavimento nessa área da via é muito irregular e esburacado.
O ciclista colado ao meio-fio corre mais risco de desequilibrar-se ou avançar para dentro da via sem aviso. Nesse caso, um carro ocupando a faixa normalmente o derrubaria na calçada, por estar muito próximo, sem que o motorista tenha alterado em nada sua trajetória. E acredite, isso é mais comum do que você imagina.
Um leve toque de retrovisor no guidão fará com que ele vire para a direita, desequilibrando o ciclista para a esquerda e fazendo com que ele caia na via em meio aos carros. Se o próprio carro que o tocou não passar por cima de um braço ou perna, o que vier atrás pode passar por cima de sua cabeça. Você, motorista, não vai querer viver com essa culpa, certo?
E nem é preciso esbarrar no ciclista. O susto do carro muito próximo ou muito rápido, ou até seu deslocamento de ar quando em alta velocidade, podem derrubá-lo da mesma forma. Principalmente um ciclista iniciante ou idoso. E é por isso que ao art. 220 do CTB pede que o motorista reduza ao ultrapassar uma bicicleta.
Há vários motivos para ultrapassar a uma distância segura: o ciclista pode ter que desviar de um buraco (porque se não desviar, corre risco de cair na via); pode ter um desequilíbrio momentâneo que altere sua trajetória um pouco para o lado; o deslocamento de ar do veículo pode desequilibrá-lo; o espaço para ultrapassagem pode ser mal calculado e o retrovisor tocar o guidão.
Como cumprir se não há espaço?
Realmente não há espaço para caber a bicicleta, mais um metro e meio, mais um carro numa faixa de rolamento. Mas a resposta é bastante simples: basta mudar de faixa. Se não houver uma segunda faixa, aguardar para fazer uma ultrapassagem segura, que não coloque em risco o ciclista.
Note que o procedimento acima é exatamente o que seria feito com qualquer outro veículo lento, como um ônibus ou caminhão, que estivesse ocupando a faixa toda. Esses veículos ocupam mais espaço que o ciclista, podem trafegar até mais devagar no caso dos caminhões ou parar o tempo todo no caso dos ônibus, mas têm seu direito de circulação respeitado. O ciclista, frágil e exposto, precisa de um respeito ainda maior.
Lembre-se que a bicicleta, apesar de trafegar mais devagar, nao está parada. Ela logo sairá do ponto onde está, permitindo a ultrapassagem. Geralmente isso leva poucos segundos – um atraso irrelevante, para proteger uma vida.
Como saber se estou a 1,5m?
A porta aberta do seu carro provavelmente ocupa cerca de 1m além da lateral de seu carro. Imaginar uma distância equivalente a um pouco mais que essa porta aberta pode servir como referência.
O importante não é manter exatamente 150 centímetros, medido ali na régua, mas guardar uma distância que lhe permita evitar ser tocado pelo ciclista no caso dele desviar sem aviso de algo que lhe colocou em risco, ou se desequilibrar no momento em que você estiver passando ao lado dele.
E se o ciclista estiver bem no cantinho?
Muitos motoristas rejeitam guardar a distância adequada, por terem se acostumado a ultrapassar sem mudar de faixa os ciclistas que trafegam colados ao meio-fio, sobre a sarjeta. Mas são justamente esses que correm mais risco, pois o pavimento nessa área da via é muito irregular e esburacado.
O ciclista colado ao meio-fio corre mais risco de desequilibrar-se ou avançar para dentro da via sem aviso. Nesse caso, um carro ocupando a faixa normalmente o derrubaria na calçada, por estar muito próximo, sem que o motorista tenha alterado em nada sua trajetória. E acredite, isso é mais comum do que você imagina.
Por que tem ciclista que fica no meio da rua?
Ao ocupar um espaço maior da faixa, o motorista tende a aguardar um momento em que possa ultrapassar com segurança.
Trafegar junto ao meio-fio estimula ao motorista a utilizar a mesma faixa, deixando de guardar a distância lateral mínima, por ter a sensação de que a pista está livre e pode ser utilizada. Por isso, ciclistas experientes ocupam a faixa, como recomendado pela Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET).
É uma maneira de tentar fazer com que o motorista mude de faixa para ultrapassar e ao mesmo tempo garantir um espaço de fuga para a direita caso se sintam em risco.
Pode parecer antipático para alguns, mas é uma maneira eficiente do ciclista garantir sua segurança. E, se o motorista já teria que avançar para a faixa ao lado para garantir a distância lateral adequada, na prática não causa nenhum impacto adicional na ultrapassagem.
Divulgue e colabore com uma cidade mais humana!
Muitas das pessoas que colocam o ciclista em risco o fazem sem perceber, porque a dinâmica de espaço entre os carros é diferente. Com pessoas, é preciso mais cuidado: além de não ter carroceria para protegê-las, elas nem sempre seguem uma trajetória retilínea e podem se assustar com a proximidade de um veículo maior.
Trafegar junto ao meio-fio estimula ao motorista a utilizar a mesma faixa, deixando de guardar a distância lateral mínima, por ter a sensação de que a pista está livre e pode ser utilizada. Por isso, ciclistas experientes ocupam a faixa, como recomendado pela Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET).
É uma maneira de tentar fazer com que o motorista mude de faixa para ultrapassar e ao mesmo tempo garantir um espaço de fuga para a direita caso se sintam em risco.
Pode parecer antipático para alguns, mas é uma maneira eficiente do ciclista garantir sua segurança. E, se o motorista já teria que avançar para a faixa ao lado para garantir a distância lateral adequada, na prática não causa nenhum impacto adicional na ultrapassagem.
Divulgue e colabore com uma cidade mais humana!
Muitas das pessoas que colocam o ciclista em risco o fazem sem perceber, porque a dinâmica de espaço entre os carros é diferente. Com pessoas, é preciso mais cuidado: além de não ter carroceria para protegê-las, elas nem sempre seguem uma trajetória retilínea e podem se assustar com a proximidade de um veículo maior.
Agora que você já sabe,
lembre-se disso quando passar por um ciclista nas ruas. E explique a
seus amigos. Uma cidade melhor para todos depende de cada um de nós.
Fonte: www.xbike.com.br
TEXTO: Willian Cruz
Postado por EMANO no Blog Pedl do Sol
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Bicicletas e seus Diferentes Modelos
Conheça a diferença entre cada tipo de bicicleta
Você é daqueles que não suporta ficar dentro de uma academia, ou praticar atividades físicas em ambientes fechados? Como ficar sem se exercitar não é indicado, há uma forma muito prazerosa de realizar exercícios que traz inúmeros benefícios para o corpo: pedalar.
Muitas pessoas, quando resolvem se tornar adeptas desse tipo de atividade, seja por lazer, seja para conquistar corpo e mente saudáveis, não sabem exatamente qual bicicleta comprar. Para cada objetivo há um tipo de bicicleta diferente. Quer saber como diferenciá-las e qual é a ideal para você?
Para cada uso, há um modelo apropriado. Assim, elas podem ser divididas em: bicicletas para passeio, Mountain Bike, para transporte ou Speed.
Bicicleta para passeio
Mountain Bike
Para transporte
Speed
Dependendo do objetivo para se pedalar, o sistema de suspensão faz toda a diferença. Formado por um sistema de molas e um de amortecimento, é ele quem amortece os impactos e gera conforto. Assim, as bicicletas também se diferenciam quanto ao tipo de suspensão:
Suspensão dianteira
Suspensão dianteira e traseira
Rígida
Agora que você já conhece os tipos de bicicletas, defina qual o seu objetivo, adquira uma bike e comece a pedalar!
Para cada uso, há um modelo apropriado. Assim, elas podem ser divididas em: bicicletas para passeio, Mountain Bike, para transporte ou Speed.
Bicicleta para passeio
| São para aqueles que querem uma bicicleta para o lazer, apenas para diversão, para pedalar eventualmente, nos finais de semana, na praça, no parque, enfim, para passear. Possuem como característica seu design e seus equipamentos mais simples, além de não possuírem alguns acessórios. Possuem 18, 21 ou mais marchas e selim bem largo e confortável. Existem em diferentes tamanhos e em modelos masculinos e femininos. |
Para transporte
| Conhecidas como urbanas, elas são usadas para transporte nas cidades, inclusive de carga. Mais cômodas de se pedalar, elas possuem pneus mais largos e amortecedores no selim, além de quadro com maior distância entre os eixos. Ideal para ciclistas iniciantes. |
Speed
| Como o próprio nome diz, são voltadas para a “velocidade”. Utilizadas em competições no asfalto, seu quadro é mais rígido, seus pneus são bem finos e estreitos, calibrados com muita pressão. Para melhorar o desempenho e a aerodinâmica, o ciclista pedala curvado. A Speed não é indicada para iniciantes, mas sim para aqueles mais experientes. |
Suspensão dianteira
| A suspensão dianteira vem originalmente em muitos modelos de Mountain Bike, mas é possível colocá-la também em bicicletas que não a possuem. Ela pode ser de mola, mais simples, ou com elastômeros à base de óleo e ar comprimido. Sua função é absorver impactos e trazer maior conforto. |
| Também chamada “Full Suspension”, é a bicicleta que vem com as duas suspensões. Diferentemente da dianteira, a suspensão traseira não é adaptável, ou seja, a bike vem com ela ou não. Com relação a conforto e segurança, a bicicleta com Full Suspension é a melhor. Para quem realiza mountain bike, é ideal, pois absorve melhor os impactos. Assim, ela proporciona maior comodidade e desempenho. |
| Não possui nenhum tipo de suspensão, dianteira ou traseira. É usada principalmente para transporte ou passeio urbano. |
Agora que você já conhece os tipos de bicicletas, defina qual o seu objetivo, adquira uma bike e comece a pedalar!
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